terça-feira, 4 de dezembro de 2018

04\12\2018 Considerações finais

Quando iniciei no instituto surgiu a oportunidade de um processo seletivo para dar aulas como professora de agronomia, nunca tinha feito um processo seletivo desta categoria, e muito menos tinha ouvido falar em "plano de aula", participei do processo e lembro até hoje que recebi muitos elogios pela minha apresentação, mas também me informaram que deveria melhorar meu plano de aula. 

Agora participando das aulas de metodologia de ensino de ciências biológicas, pude ver a amplitude que é o plano de aula. Não é apenas colocar em um papel o que pretende fazer em sala de aula, mas sim ter um planejamento, onde as aulas são direcionadas para que os alunos não aprendam apenas conteúdos conceituais, mas também procedimentais e atitudinais.Um plano de aula tem a capacidade de ajudar criar um aluno crítico um aluno que pensa, que interage, que trabalha em grupo, que tem a capacidade de resolver problemas e de viver em sociedade.

Aprendi que o plano de aula deve ser auto explicativo, começando, com as necessidades, devo enunciar o porque é importante abordar aquele assunto, isso se chama analise da realidade, verificar o que aquilo contribuirá na vida dos alunos que estão recebendo o conteúdo sem esquecer a bagagem que já trazem consigo.

O próximo passo é a projeção das finalidades, que nada mais é que o objetivo principal e os objetivos específicos que queremos que os alunos atinjam. Para elaborar estes objetivos devemos nos colocar no lugar dos alunos e nos fazer a seguinte frase: ao final desta aula o aluno deve ser capaz de ...e também levando em consideração a aplicação desses objetivos podemos nos basear na taxonomia de bloom, tornando esses objetivos mais aplicáveis de acordo com sua categoria.

Nas formas de mediação estão presentes os conteúdos, aprendi com Zabala que o conteúdo conceitual é necessário, mas que sem os conteúdos atitudinais e procedimentais, a aula não teria o mesmo valor, os alunos não desenvolveriam toda a capacidade comunicativa e de expressão, que podem ser capazes evoluir.

E a aplicação como fica? que metodologia devo seguir? Como atuar mediante uma sala de aula?
Tinha muitas duvidas de como iniciar uma aula, também aprendi com Vasconcellos o que é mobilização para o conhecime

















28/11/18 16 DIAS DE ATIVISMO CONTRA A VIOLÊNCIA ÀS MULHERES

Esta campanha teve inicio em 1991 e tem o intuito, de discutir, refletir, mas principalmente de encorajara a denunciar a descriminação e violência contra a mulher.
No Brasil, nos últimos 30 anos, conforme aponta o Mapa da Violência 2012, mais de 92.000 mulheres foram assassinadas,em 2011, a partir dos registros do SUS, foram atendidas 70.170 mulheres vítimas de violência.

Não basta apenas ações governamentais e medidas punitivas a agressores, necessitamos amplas campanhas de conscientização, acesso a informação, e que as escolas forneçam conteúdos que informem a igualdades e desvinculem o machismo.

A cidade de Vacaria tem altos índices de violência doméstica, aqui foi criado o projeto Acolher, que auxilia mulheres vitimas desse tipo de violência.

Precisamos ter consciência de que nenhum ser é superior ou subordinado a outro, machismo é falta de respeito.

sexta-feira, 30 de novembro de 2018

Video Aula Familia Myrtaceae

Tivemos uma atividade interdisciplinar entre os componentes curriculares de Metodologia de Ensino de Ciências e Biologia e Botânica Sistemática II , com o objetivo de criar uma  videoaula sobre uma família botânica onde cada estudante sorteou uma família, e também elaborar um plano de aula referente a este vídeo. Antes de gravar a videoaula, fizemos também um plano de aula.Minha família é a família Myrtaceae.




Plano de Aula:




terça-feira, 27 de novembro de 2018

Avaliação 27/11/18

Referenciais:  VASCONCELLOS, Celso dos santos, "Finalidade da Avaliação- Concepção dialética-libertadora do processo de avaliação  Escolar" São Paulo: Libertad,2005.

Perguntas:

Como escolher o instrumento de avaliação de acordo com o conteúdo?
Quais os critérios dos professores para avaliar?
Por que os professores se questionam sobre a sua forma de avaliação?
Como valiar?
Qual o sentido de avaliar?
Por que o aluno indisciplinado, consegue boas notas na avaliação?
Por que o aluno disciplinado , não consegue boas notas?
Como avaliar levando em consideração as diferenças enter os alunos?

Primeiro Índice (Situação Inicial - Individual)

A - Índice
De que maneira avaliar?
Quais são os fatores que influenciam no momento da avaliação?
Quais as principais métodos de avaliação?
O aluno faz a avaliação apenas por medo da nota?

B - Fontes de Informação: livros, internet, artigos, coleta de informações com professores e alunos.

C - Técnicas de Trabalho: analisar a bibliografia disponível. Analisar os diferentes pontos de vista através de questionários realizados com professores e alunos. Organização e análise dos dados coletados na pesquisa. Selecionar o material bibliográfico e a partir deste construir um resumo.

D: Duração Prevista: 3 aulas de 2 períodos cada.

Segundo Índice (Ponto de Partida para o Trabalho do Grupo)

A - Índice

O que é avaliação? ( Conceitos de Avaliação)
Qual o sentido da avaliação?
Como avaliar? (instrumentos/ recursos para avaliar)
Quais os tipos de avaliação que existem?
Quais as formas, recursos e instrumentos mais eficazes para avaliar?
Quais são as considerações dos professores sobre avaliação?
Quais são as considerações dos estudantes sobre avaliação?
Quais são as considerações da família sobre avaliação?
Quais aspectos/ fatores influenciam no resultado/ realização da avaliação dos estudantes?
Quais os reflexos dos resultados da avaliação dos estudantes para instituição?

B - Fontes de Informação: livros, sites, artigos,jornais, revistas, videoaulas, entrevistas, questionários.

C - Duração: 3 aulas de 2 períodos cada.

D - Projeto de Apresentação: Cartazes.

Avaliação está totalmente vinculada com os métodos de ensino. há diferença enter avaliação e nota, avaliação abrange reflexão, critica sobre o que se pratica, visualizar suas dificuldades, criando decisões para superar os obstáculo, já a nota independente do algarismo ou conceito é uma exigência do sistema educacional.

Quando pensamos em avaliação lembramos logo de cara de 'prova", mas a prova não é o único modo de avaliar, sonhamos com um futuro onde não haja notas mas que existam maneiras diferentes de avaliar, onde se sobre saia o desenvolvimento do aluno, sem haver a tal de prova.

O professor deve acompanhar o aluno no processo de construção de conhecimento, caminhando junto para entender as maiores dificuldades. Existem professores que elegem alunos como "incapazes", e com um único tipo de avaliação esses alunos são punidos com nota baixa, todo ser humano é capaz de aprender, não no mesmo ritmo, não com a mesma facilidade,mas todos tem o direito, de receber condições adequadas para que desenvolva melhor.O professor só saberá que condições são essas, se acompanhar o desenvolvimento do aluno e se modificar a sua aula, a sua maneira de avaliar, pensando nessas características individuais de cada aluno.

A nota pode ser considerada ou um prêmio ou um castigo, tanto um quanto outro não são educativos, pois se não tiver uma recompensa o aluno não age, ou se não tiver uma ameaça (nota) o aluno também não age.

O sentido que a avaliação tem depende da concepção que cada professor traz consigo:


TRANSMISSOR: TRANSMITIR E FISCALIZAR ABSORÇÃO DO TRANSMITIDO
                   AVALIAÇÃO: CONTROLE/COERÇÃO                                 




EDUCADOR: ENSINAR E FAZER TUDO PARA QUE O ALUNO APRENDA
AVALIAÇÃO: ACOMPANHAMENTO /AJUDA

Vasconcellos explana que na pedagogia da autonomia a avaliação remete ao interior do próprio processo de ensino aprendizagem, onde a avaliação passa a ser uma referencia ao aluno, no snetido de superar as dificuldades que venha encontrando.
O conhecimento não tem sentido sozinho, so tem significado se nos ajudar a entender o mundo e a viver nele. Assim a avaliação garante uma formação completa, a construção do conhecimento, a verdadeira aprendizagem.

↑↑↑↑Avaliar para que os alunos aprendam mais e melhor↑↑↑↑

O professor terá dificuldade para mudar sua postura em sala de aula, principalmente na parte de ação, terá que investir suas energias não apenas no controle da sala de aula mas sim na real aprendizagem do aluno.
E esses alunos terão mais autonomia, e terão que saber usá-la, interpretar avaliação diferentes também como aprendizado ao invés de preferir a tradicional avaliação.


Vygotsky: A boa aprendizagem se antecipa ao desenvolvimento

O professor não deve esperar o aluno amadurecer, mas sim ajudar o aluno se tranformar de um passivo para um aluno interativo. A principal dúvida sempre é porque meu aluno não está aprendendo? a resposta pode estar em outra pergunta: O que posso fazer?

O objetivo do professor não deve ser, o de saber o quanto o aluno sabe mas sim garantir a aprendizagem dos alunos.

Porque é tão difícil mudar a avaliação?

  • exige mudança de postura do avaliador
  • postura em relação a valiação
  • postura com relação a sociedade
  • desmotivação de professores
  • falta de recursos oferecidos pelas escolas
  • ideologias politicas autoritárias
A pesar de todas as dificuldades por vivemos em um mundo que ja esta estabelecido que não é um mundo novo, podemos observar que o micro se torna macro, quando cada peça assume seu papel, muda sua postura, juntos atingimos nossos objetivos perante a educação, o professor quando preparado, motivado e orientado concerteza vai muito além da sala de aula. E o aluno quando tiver a consciência de que avaliação não é apenas a nota, aprenderá sem medo de errar, mas principalmente Aprenderá.










terça-feira, 13 de novembro de 2018

06,07,13,14 projetos de trabalho uma forma de organizar conhecimento escolar

HERNÁNDEZ, Fernando; VENTURA, Montserrat. A organização do currículo por projetos de trabalho: o conhecimento é um caleidoscópio. 5.ed. Porto Alegre: Artmed, 1998.

O que eu sei sobre projeto?

Projetos de trabalho, envolvem diferentes assuntos, e devem ter o intuito  de reforçar a aprendizagem dos alunos, devem ser interdisciplinares mas nem sempre isso ocorre. Podem ser estipulados e criados pelos próprios professores, ou serem hierarquizados.

O que preciso saber?

Tem passos a serem seguidos?
Tem determinado tempo?
Quem está envolvido?
Qual a função?
Como escolher o tema?
Como abranger o conteúdo e relaciona-lo com a realidade dos alunos?
Como avaliar os alunos?


Todos as pessoas são movidas a curiosidades questionamentos, as crianças não são diferentes e tem sua curiosidade aguçada, todo professor deve aproveitar isso, e proporcionar ao aluno a motivação necessária para buscar as respostas levando isso em consideração para a escolha de um tema. O tema não precisa sair necessariamente de um livro didático, ou da escolha de um professor, mas sim da necessidade e curiosidade de resposta, de um aluno.

Hernadez destaca que projeto deve ser trabalhado indisciplinarmente, de forma globalizada, misturada, relacionada, não com matérias apenas adicionadas uma a outra, mas sim que realmente haja interação.

"A função do projeto é favorecer a criação de estratégias de organização dos conhecimentos escolares em relação a: 1) o tratamento da informação, e 2) a relação entre os diferentes conteúdos em torno de problemas ou hipóteses que facilitem aos alunos a construção de seus conhecimentos, a transformação da informação procedente dos diferentes saberes disciplinares em conhecimento próprio”. (1998, p.61)

O projeto pode ser organizado iniciando coma definição de um conceito, ou problema de todos ou individual, um conjunto de perguntas, uma curiosidade de um aluno, como solução para resolver um problema cotidiano.

O Projeto deve ser significativo, ter uma sequencia partindo do que os alunos já sabem, favorecendo o interesse dos alunos e podendo ser modificado de acordo com esses interesses. Deve ter um embasamento teórico, mas isso não significa que deve ser abordado de maneira apenas conceitual, não queremos decorebas mas sim que o aluno tenha a capacidade de entender, não de decorar e ser avaliado por isso. Deve ser globalizado, envolvendo todas a matérias visando um objetivo em comum.

Já o autor Ovide Declory, nos traz a concepção de centros de interesse, onde defende que as crianças aprendem com uma visão do todo, do maior para o menor, onde a escola era focada no aluno e preparava este para a vida em sociedade.

Hoje observamos que projeto de trabalho e centro de interesse não são a mesma coisa, mas o centros de interesse ajudaram a mudar muitas atividades do projeto.


Aspectos a serem levados em conta na escolha de um Projeto:

Abordagem feita em sala de aula explicando cada ponto de um projeto da trabalho:

quarta-feira, 17 de outubro de 2018

11e17/10/2018 As sequencias didáticas e as sequências de conteúdo


Referência: ZABALA, Antoni. A Prática educativa: como ensinar. Porto Alegre: Artes Médicas,1998.

Durante a aula de metodologia de ensino de ciências biológicas, podemos estudar os diferentes tipos de unidades de sequência didática. Todas abrangeram as seguintes classificações de conteúdo, Conceituais, Atitudinais e procedimentais.
Foram empregadas da mais tradicional, aonde o professor expõe o conteúdo, o aluno anota, o professor já define o que vai cair na prova, ocorre o estudo do livro didático e a repetição para que se grave o conteúdo e pôr fim a aplicação da prova e resultados.
Já na mais atual, o professor expõe uma problemática e em torno dela traz o conteúdo, o aluno instigado pelo professor tem que trazer a solução a problemática, os alunos propõem as fontes de informação e coletam os dados de diferentes fontes, os alunos auxiliados por colegas e professores elaboram sua conclusão por meio de síntese, são feitos exercícios de memorização, para então  o próximo passo ser o exame e pôr fim a avaliação do professor.

Podemos ver a diferença gritante dos diferentes tipos de sequência didática, mas principalmente observar que o aluno tem outros meios de aprender o conceito, as unidades:

Unidade 1: Há típica aula tradicional apenas com conteúdo conceituais, onde o professor transmite o conteúdo e o aluno apenas escuta, um processo mecânico, onde não há interação entre os alunos e professor.

Unidade 2: Inicia com a apresentação de um problema, onde os alunos têm que resolve-lo, pode ser individualmente ou até mesmo em grupo, a intenção e resolver sozinho com o conhecimento que já tenha adquirido, ou que foi exposto pelo professor de maneira conceitual. A partir do que os alunos propuseram, ocorre exposição do conteúdo, para que haja memorização para que depois ocorra a prova.

Unidade 3: também a apresentação de um problema, há o desenvolvimento de um tema ao redor da problemática, mas agora o professor discute com os alunos as experiências e vai promovendo um diálogo onde vão surgindo dúvidas. há a comparação entre os diferentes pontos de vista, até formar uma conclusão estabelecida pelo professor que remete a solução daqueles problemas. A partir disso se se estabelece modelos de interpretação, a seguir exercícios de memorização e pôr fim a prova.

Unidade 4: há um problema proposto pelo professor relacionado a um tema, o professor destaca, aspectos problemáticos e desconhecidos pelos alunos, os alunos expõem suas respostas, os alunos propõem fontes de informação e buscam nelas, uma conclusão para resolução dos problemas, os alunos são dirigidos pelo professor individualmente ou em grupo. São executados exercícios de memorização depois a prova e posteriormente a avaliação que seria o parecer do aluno. Proporciona maior número de atividades abrangendo todos os tipos de conteúdo, conceitual, procedimental e atitudinal.


Aprendemos com Zabala que independente da unidade de sequência didática que iremos adotar os conteúdos expostos, a metodologia, os exercícios a avaliação tudo pode ser analisado, sendo separado em conceitual, procedimental e atitudinal. Para que a aula forme um aluno crítico com opinião e pronto para desafios precisamos enfatizar sequencias didáticas que englobem todas essas características, não apenas a memorização.


























terça-feira, 2 de outubro de 2018

Planejamento e Aplicação de Plano de aula 02/10/2018


As aulas que tive a oportunidade de contemplar, me trazem o paralelo da expectativa com a realidade, por mais que a aula fosse elaborada visando turmas de 5 e 6 ano, estávamos entre colegas da turma de biologia do ifrs. Observei a aula, e tentei interagir como se realmente tivesse a idade dos alunos, que assistiriam as aulas. Muitos pela falta da experiencia em sala de aula, tinham dificuldade em transformar um conhecimento mais complexo em uma linguagem mais simples. Ao mesmo tempo as pessoas que estavam apresentando a aula eram estingadas com perguntas, feitas por nós mas com a inspiração de uma criança de 5 e 6 ano.
Os grupos tiveram que usar muito da imaginação, para criar elementos que prendessem a atenção daqueles alunos, tínhamos disponível o data show, mas fomos lembrados de que nem todas as escolas tem esses material e nem acesso a sala de informatica. 

A apresentação do meu grupo tratava-se do assunto: Nutrientes e alimentação equilibrava. Tentamos trazer elementos que realmente poderiam ser levados para a sala de aula, como por exemplo: a piramide alimentar, a balança de peso, e a elaboração de uma salada de frutas tudo isso baseado no plano de aula.

A elaboração em si, necessitou de muito planejamento, o que não pode ser feito em apenas um dia, depois de colocar tudo no "papel", parece que a elaboração se torna mais fácil, mas a execução nos da apreensão, pois temos tempo limitado, e não temos ainda noção de quantas atividades podem ser executadas.
E muito interessante ter a oportunidade de testar o que aprendemos, pois a pratica, tem seu valor.






quinta-feira, 17 de maio de 2018

PROJETO DE ENSINO APRENDIZAGEM 17,24 e 26/05/2018

Referência(s): VASCONCELLOS, Celso dos S. Projeto de Ensino-Aprendizagem. In: VASCONCELLOS, Celso dos S. Planejamento: Projeto de Ensino Aprendizagem e Projeto Político-Pedagógico. São Paulo: Libertad, 2012, p. 94 a 115 e 133 a 155.


Para que uma aula seja bem executada é necessário fazer o planejamento da mesma, escolhendo o tema e como vamos aborda-lo, e ter sempre uma segunda opção caso o meu primeiro planejamento não dê certo.

Duvidas sempre aparecem quais são os passos corretos a seguir, como iniciar, qual as definições de planejamento, como abordar determinado tema, que não estava no nosso planejamento, mas muitas vezes nos é imposto.

O próprio planejamento tem seus passos começamos com o diagnóstico da realidade que o aluno vive, depois os componentes dos planos de ensino: objetivos, conteúdos procedimentos, recursos, avaliação e por fim como melhorar a abordagem de acordo com a avaliação.

Na educação escolar, não existe apenas o plano de ensino temos vários níveis de planejamento:

  • ·         Planejamento do sistema de educação:

O que é definido em nível nacional ou estadual sobre o planejamento, no brasil existe o plano nacional de educação, metas para serem atingidas em 10 anos. Metas para todas as modalidades de ensino da creche até educação profissional.
·         planejamento da escola:

O famoso PPP, Projeto político pedagógico, geralmente cada escola tem esse projeto.

Quem faz esse planejamento?

O correto seria ser feito pelo conjunto: professores a diretora, a comunidade, os pais, e os estudantes; mas nem sempre isso é o correto geralmente ocorre uma "panelinha" para decidir, e no final apenas é imposto aos professores, que muitas vezes nem tem acesso a esse plano.

Existe também o PPI fala do currículo da avaliação, serve para cumprir o que foi planejado.
Já o planejamento curricular tem como objetivo, desde as series iniciais, até os terminais, definição do que vai ser trabalhado de conteúdo para todos esses anos.

  • ·         Projeto ensino aprendizagem

 Planejamento mais próximo do que é a prática e didática do professor em sala de aula.
 ex: plano de ensino; plano de aula
  • ·         Projeto de trabalho


É a união de professores com o objetivo de a partir do plano de ensino elaborar um plano de trabalho envolvendo mais de um componente curricular, mais de uma disciplina.
  • ·         Planejamento setorial

Planejamento que envolve as reuniões de cursos, reuniões com os professores, não envolve o aluno, mas afeta o mesmo. ex: conselho de classe

Afinal:
planejar para que?
quais as finalidades do planejamento?
o que é planejamento?
o que é plano?

planejamento: projeto de reflexão aonde está o campo de ideias, enquanto processo é permanente pois estamos sempre refletindo pensando tendo novas ideias

planejar: é antecipar mentalmente uma ação ou várias, ações a serem realizadas, porem vai além das ideias, pois breves passos etapas sequencias recursos para colocar as ideias em ação

plano: produto da reflexão é apresentado em forma de registro das ideias pensadas no planejamento num documento enquanto o produto é provisório.

finalidades do planejamento:
Acreditar na possibilidade de mudança e na necessidade da mediação teórico metodológica. para que ação de projetar seja carregada de sentido, é preciso que o educador acredite na possibilidade de mudança da realidade e compreenda o planejamento como uma mediação necessária para mudar.

Ensinar exige a convicção de que a mudança é possível. (Paulo Freire)

Para muitos professores(as) da atualidade o plano de aula é visto como antigo, desnecessário, mas tudo que é imposto se torna cansativo e muitas vezes obsoleto. Cabe a cada professor mudar começando por si mesmo, visualizar o plano de aula e os outros planos não como uma simples imposição, mas ter a consciência que isto vem sendo usado além dos anos porque realmente funciona; e esses planos podem ser atualizados modificados, isso depende muito da criatividade, organização e do trabalho em conjunto dos professores.
O objetivo principal de tudo isso é não apenas termos uma aula bem planejada, mas sim, visualizarmos algo maior, como transformação social, ajudar o aluno a querer a transformação ser mais crítico, entender o que acontece no dia a dia por exemplos trazidos pelo professor, mas para que tudo isso ocorra é necessário PLANEJAMENTO!!





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O processo do ensino na escola 03 e 10/05/2018


LIBÂNEO, José Carlos. O Processo de Ensino na Escola. In: LIBÂNEO, José Carlos. Didática. 14ª ed. São Paulo: Cortez, 1999, p. 82 a 111.

Estudamos o capitulo de diferentes formas:



  • Assistimos o vídeo - Libâneo: função da escola e papel do professor
  • Lemos o capitulo em casa, o capitulo foi dividido em tópicos, onde cada aluno ficou responsável por um tópico
  • Após a leitura foi escolhido por cada aluno uma frase, do mesmo tópico, onde deveriamos apagar duas palavras da frase e postar no site do moodle ifrs.
  • A frase foi entregue em aula pela professora, para alunos diferentes, com o intuito de que leriam o capitulo e completariam a frase.
  • Apos esse processo os alunos fora chamados para a frente da sala de aula onde comentaram a frase, e escreveram as palavras ocultas em um grande caça palavra em um cartaz.



Neste capitulo Libâneo explica que o professor é incentivado pelo gosto ao estudo, e que deve estar preparado para ensinar. O ensino é um processo que está sempre em constante mudança, pois estamos sempre aprendendo e nunca paramos. Se desde cedo tivermos um ensino de qualidade, e fomos influenciados a procurar o ensino, ele acaba não mais girando apenas em torno do professor. O professor é um orientador que planeja e dirige a aprendizagem, ele não transmite o conhecimento, o conhecimento se adquire.

A didática serve para que o professor possa detectar as dificuldades, do processo de aprendizagem, qual as dificuldades que os alunos enfrentam, assim podendo intervir para que o aluno realmente aprenda e progrida.



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Pedagogia da autonomia 04\11\18\25 04 2018

Ensinar exige comprometimento

Referência(s): FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia: Ensinar exige comprometimento. 43ª ed. São Paulo: Paz e Terra, 2011.

Não é possível exercer a atividade do magistério como se nada ocorre-se conosco. Não posso ser professor sem me pôr diante dos alunos, sem demostrar minha maneira de ser e de pensar. Não posso escapar a apreciação dos alunos. A maneira com que eles me percebem reflete no meu desempenho. Uma das minhas preocupações centrais se torna, procurar a aproximação cada vez maior, entre o que digo e o que faço.

Quando um aluno me faz uma pergunta, e eu não sei responde-la, isso é um descrédito?
NÃO, desde que eu, na próxima oportunidade traga a resposta da indagação do aluno, e esteja preparado para quando ocorrer novas perguntas, eu saiba responde-las.

Assim crio uma espécie de crédito, que devo preservar, isto está associado com a ética de trabalho, pois não posso simplesmente dar uma resposta falsa ou um chute, devo estimular perguntas e me preparar o máximo para elas, assim não terei que afirmar seguidamente que não sei.

Não posso passar despercebido pelo aluno, a maneira como ele me percebe influencia, no cumprimento da tarefa como professor, e no meu desempenho. Mas támbem não posso ficar a todo o momento a perguntar ao aluno, como me vê como professor e como me avalia. Tenho que saber avaliar, como foi o resultado de uma atividade proposta, o tom de uma pergunta ou até mesmo o silêncio.

Enquanto presença o professor, não pode ser uma omissão, mas um sujeito de opções. Deve revelar aos alunos a sua capacidade de analisar,comparar,avaliar, decidir,optar e de romper.A capacidade de fazer justiça, e de não falhar a verdade, ser ético.



Disponivel em:<https://www.youtube.com/watch?v=jSOjZd0Q1Vk> Acesso em 16/05/2018

quinta-feira, 22 de março de 2018

A didática e as tarefas do professor 22/03/2018

PLANEJAMENTO

Requisito: conhecimento das características sociais, culturais e individuais dos alunos, bem como o nível de preparo escolar em que se encontram.
Comentário: Os alunos não são uma folha em branco, carregam uma bagagem, conhecer melhor quem são, quais seus problemas suas experiencias e sua rotina torna-os mais próximos e acessíveis, ajudando assim na convivência.

OBS: A Imagem foi modificada pela autora do blogger, imagem original disponivel em<http://porvir.org/especiais/participacao/wp-content/themes/Inketa/images/armadilhas/ficar-apegado-ao-modelo-tradicional-de-escola.jpg>. Acesso em: 03 Abr 2018

A DIREÇÃO DE ENSINO E APRENDIZAGEM

Requisito: habilidade de expressar idéias com clareza, falar de modo acessível á compreensão á compreensão dos alunos partindo de sua linguagem corrente.
Comentário: Não adianta o professor ter doutorado e não ter didática, não saber passar o conteúdo de forma ou linguagem coerente com o entendimento dos alunos.
OBS: A Imagem foi modificada pela autora do blogger, imagem original disponivel em: <http://radios.centermidia.com/igapora/files/2013/09/Professor-contracheque.jpg>.  Acesso em: 03 Abr 2018.

AVALIAÇÃO:

Requisitos: Domínios de meios e instrumentos de avaliação disgnóstica, isto é, colher dados relevantes sobre o rendimento dos alunos, verificar dificuldades, para tomar decisões sobre o andamento do trabalho docente, reformulando-o quando os resultados não são satisfatórios.
Comentário: Se o tradicional como por exemplo a prova individual não traz resultados satisfatórios, e a maioria da turma vai mal, é sinal de que o conteúdo e a avaliação não estão em sintonia, algo deve ser mudado e porque não questionar os próprios alunos e até utilizar de algumas de suas propostas para a melhoria da avaliação? 
Imagem disponivel em: <http://porvir.org/especiais/participacao/wp-content/themes/Inketa/images/armadilhas/nao-gerar-resultados-concretos.jpg>. Acesso em: 03 Abr 2018.

quinta-feira, 8 de março de 2018

didática teoria da instrução e do ensino 01/08/15/22 de março

Referência:
LIBÂNEO, José Carlos, Didática: Teoria da Instrução e do Ensino.In: LIBÂNEO, José Carlos, Didática. 14ª ed. São Paulo: Cortez, 1999.

O que você sabe?

Quando um professor tem bastante conhecimento, mas não consegue passa-lo de maneira clara para os alunos, ouvimos falar que ele não tem didática.
Sei que não é fácil estar em publico, ainda mais quando temos que passar o conhecimento que temos em nossa bagagem, para pessoas que também já tem a sua bagagem, ou também que nunca ouviram falar do determinado assunto.
Como abranger um público tão heterogêneo?
Como colocar a tecnologia em sala de aula?
Como passar o conhecimento na mesma linguagem para todos?

o que precisa saber?

  • a didática como atividade pedagógica escolar
  • objeto de estudo: os processos da instrução e do ensino
  • os componentes do processo didático
  • desenvolvimento histórico da didática e as tendências pedagógicas
  • a didática e as tarefas do professor
O que preciso fazer?
Observe os alunos, saiba quais são os seus problemas, o porque chegou atrasado, porque não fez a tarefa,como pode chamar a sua atenção para a matéria apresentada...
Busca em leitura especializada como solucionar os problemas de sala de aula, e retratar com os demais professores quais as situações que enfrentam e como agem.


O QUE É DIDÁTICA?

Didática consiste na análise e desenvolvimento de técnicas e métodos que podem ser utilizados para ensinar determinado conteúdo para um indivíduo ou um grupo. A didática faz parte da ciência pedagógica, sendo responsável por estudar os processos de aprendizagem e ensino.

Os professores e instrutores utilizam a didática como meio para aplicar modelos de abordagens que possibilitam o aprendizado dos seus alunos. Em suma, a didática é o modo como o professor ensina determinado conteúdo para os discentes, garantindo, através de estratégias, a construção do conhecimento.

DIFERENÇA ENTRE EDUCAÇÃO, INSTRUÇÃO E ENSINO:

Esses fatores citados acima interagem entre si, para formar a didática e acabam sendo modelados de acordo com o que a sociedade exige.
A teoria da Instrução e do Ensino e formada por outras metodologias especificas como a psicologia da educação e a sociologia da educação, se tornando mais ampla sem deixar as caracteristicas particulares de cada uma de fora.


Desenvolvimento Histórico da Didática e tendencias pedagógicas

Filósofos da antiguidade clássica, como Platão, Socrates, Aristóteles, tinham sua didática própria, ensinando a sua maneira, com o ambiente e material que tinham disponível, geralmente pela observação. A didática ainda não era conceituada, mas se fazia presente.

Coménio, considerado o pai da didática, em meados do século XVII, começou a criar processos de ensino, criando passos, princípios e regras. Tinha como objetivo "ensinar tudo e a todos",isso foi registrado em sua obra Didática Magna.

Já o autor Jean Jacques Rouseau, em meados do século XVIII, escreveu o livro "Emilio ou Da Educação", que tinha como proposito principal defender que a criança tem necessidades e interesses. Defendia que era necessário, despertar o interesse da criança pois somente assim ela iria adquirir o conhecimento proposto.

Johan Friedrich Herbart, em meados do seculo XIX, afim de desenvolver o ensino em conformidade, com as leis psicologicas do conhecimento, desenvolveu passos didáticos:
1.Clareza
2.Associação
3.Sistematização
4.Método
Seus seguidores, desenvolveram sua proposta em cinco passos:
1.Preparação
2.Apresentação
3.Assimilação
4.Generalização
5.Aplicação
Nos dias atuais, esses passos ainda são empregados, só que os alunos aprendem, retransmitem como uma decoreba, sem sua opinião critica, ou seja uma aprendizagem mecânica.

A pedagogia tradicional e a pedagogia renovada surgiram no século XX, vindo valorizar a criança, que tem interesses próprios, liberdade de pensamentos, iniciativa para seu próprio desenvolvimento.
"Quando o professor passa para uma pedagogia renovada, o professor esquece que tem que dar a ferramenta, para o aluno buscar o conhecimento".
Na década de 30, surgiu o movimento Escola Nova e teve uma atuação decisiva na formulação da política educacional, na legislação, na investigação acadêmica e na prática escolar. No Brasil Anísio Teixeira foi um dos principais educadores ativistas. Este movimento valoriza a importância da educação e da escola, salientando que a escola não é uma preparação pra vida, á a própria vida.

Tendencias pedagógicas no Brasil e a Didática

Pedagogia Tradicional;

A pedagogia tradicional preocupa-se com a universalização do conhecimento. O treino intensivo, a repetição e a memorização são as formas pelas quais o professor, aqui considerado detentor do saber, transmite os conteúdos a seus alunos, que são agentes passivos deste processo. Os conteúdos são verdades absolutas, dissociadas do cotidiano do aluno e de sua realidade social.
A escola nesta tendência se institucionaliza a partir do Renascimento e da idade moderna, com o sistema de internatos, com disciplina rigorosa e vigilância constante, marcando, sobretudo, a escola secundária burguesa que objetiva a formação humanista.
A escola é marcada pelo conservadorismo cultural, inspirando-se no passado para resolver os problemas do presente, enfatiza muito a experiência social e cultural que é transmitida sem considerar as capacidades e habilidades individuais.

Pedagogia Renovada

A pedagogia renovada é também conhecida como Pedagogia Nova, Escolanovismo ou ainda Escola Nova. A necessidade de democratizar a sociedade fez com que o movimento da Escola Nova acontecesse paralelamente à pedagogia tradicional,buscando reformas educacionais urgentes. Seu principal objetivo é o desenvolvimento da criatividade.Porém, na tentativa exagerada de busca da criatividade do aluno, muitos professores   desviam-se da real proposta da Escola Nova.

A Pedagogia Renovada inclui várias correntes, ligadas ao movimento da pedagogia ativa, do final do século XIX:


  • a progressivista (baseada na teoria de John Dewey);
  • a Não diretiva (Carl Roger);
  • a Ativista-espiritualista (orientação católica);
  • a Culturalista;
  • A Piagetiana (Teoria de Jean Piaget)
  • A Montessoriana (Teoria de Maria Montessori).







quinta-feira, 1 de março de 2018

Trajetória...

O intuito deste blog é a criação de um blogfolio, que esta sendo criado para a cadeira de didática do IFRS Campus Vacaria do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas e sabe como eu cheguei até aqui? Continue lendo...

Nasci na cidade de Vacaria no ano de 1990, atualmente tenho 27 anos de idade, sou casada e sem filhos. Minha trajetória se iniciou em escola publica ( Padre Efrem e posteriormente Irmão Getúlio), sempre fui muito estudiosa, meus pais contam que não era necessário me mandar estudar, era muito auto didata, hoje em dia já tenho que me policiar e organizar para conciliar o estudo com o trabalho.
Antes de terminar, o que na época era chamado de 2 grau, comecei a trabalhar em uma empresa de insumos agrícolas como menor aprendiz. Conheci ai um mundo novo amplo cheio de oportunidades e ai me apaixonei pela área. Eu tinha uma escolha a fazer continuar no emprego ou fazer a tão sonhada faculdade de AGRONOMIA, não pensei duas vezes e fiz o vestibular na UCS universidade da minha cidade, (detalhe escondida do meu pai, que queria que eu fosse professora). Eis que passei, eu só não tinha noção de como pagaria a mensalidade que custava caríssimo para a minha condição financeira e a dos meus pais. Logo no primeiro semestre eu vi que era aquilo que eu sempre quis, e como um sinal mandado do céu a universidade disponibilizou bolsas para quem tinha baixa renda e notas altas, foi a minha salvação.
Durante a faculdade fiz muitos estágios, nos laboratórios de entomologia e  fitopatologia,  na Embrapa na Fepagro e posteriormente trabalhei na Agro Andrighetti, Dalaio e no Bortolon Camaras de maçã no controle de qualidade, assim adquirindo uma certa experiência.
Como sempre gostei de estudar, sentia que faltava alguma coisa, por meio de um grande amigo descobri que as inscriçoẽs para processo da Udesc Lages seria aberto, então em conjunto nos empenhamos e com ajuda de pesquisadores conhecidos montamos o projeto e enviamos, resultado fomos aprovados.
Foi uma experiência única, a pesquisa te envolve, você tem sede de conhecimento, descobrir os porquês de tudo. Infelizmente só pude concluir um ano do mestrado confesso que por erro meu.
Quando retornei a cidade, tivemos uma crise muito grande no campo da maçã, que é o forte de nossa cidade, e não encontrei emprego no setor, atualmente trabalho em um supermercado.
Neste período, minha irmã marina e meu irmão lucas começaram a estudar no IFRS-Vacaria que ainda não tinha sede fixa, eles estudavam a noite conseguindo conciliar com o trabalho.
Um dia recebi um e-mail com uma enquete enviado pela associação de agrônomos de vacaria, com o objetivo de saber qual a minha opinião sobre ter um mestrado em produção vegetal em vacaria no IFRS, me interessei na proposta e fui pesquisar a respeito do campus.
Ainda não existia mestrado nesse campus, mas estava aberto a licenciatura em ciências biológicas no turno da noite, me escrevi no vestibular e passei.
A minha primeira impressão quando inicie o curso era o que eu estou fazendo aqui? eu gosto de pesquisa, não de dar aula. A partir do momento em que vi, que muitas áreas eram afins, que os professores realmente se dedicavam as aulas e te incentivavam abri um pouquinho o meu conceito, no meio disso ate participei de um processo de seleção para professor substituto, justo eu que nunca pensei em dar aula.
E eis que estou aqui no 3 semestre de biologia, iniciando a escrita deste blogfolio. Vocês devem se perguntar porque esse titulo (o mundo visto por uma ventarola) no meu blogfolio, a explicação é a seguinte: durante todas essas mudanças na minha vida descobri uma paixão meu fusca 1971, que me acompanha e me leva para as aulas no IFRS vacaria, e a parte menor das janelas laterais dele, chama se ventarola, por isso o nome do blog, O MUNDO VISTO POR UMA VENTAROLA!!