terça-feira, 4 de dezembro de 2018

04\12\2018 Considerações finais

Quando iniciei no instituto surgiu a oportunidade de um processo seletivo para dar aulas como professora de agronomia, nunca tinha feito um processo seletivo desta categoria, e muito menos tinha ouvido falar em "plano de aula", participei do processo e lembro até hoje que recebi muitos elogios pela minha apresentação, mas também me informaram que deveria melhorar meu plano de aula. 

Agora participando das aulas de metodologia de ensino de ciências biológicas, pude ver a amplitude que é o plano de aula. Não é apenas colocar em um papel o que pretende fazer em sala de aula, mas sim ter um planejamento, onde as aulas são direcionadas para que os alunos não aprendam apenas conteúdos conceituais, mas também procedimentais e atitudinais.Um plano de aula tem a capacidade de ajudar criar um aluno crítico um aluno que pensa, que interage, que trabalha em grupo, que tem a capacidade de resolver problemas e de viver em sociedade.

Aprendi que o plano de aula deve ser auto explicativo, começando, com as necessidades, devo enunciar o porque é importante abordar aquele assunto, isso se chama analise da realidade, verificar o que aquilo contribuirá na vida dos alunos que estão recebendo o conteúdo sem esquecer a bagagem que já trazem consigo.

O próximo passo é a projeção das finalidades, que nada mais é que o objetivo principal e os objetivos específicos que queremos que os alunos atinjam. Para elaborar estes objetivos devemos nos colocar no lugar dos alunos e nos fazer a seguinte frase: ao final desta aula o aluno deve ser capaz de ...e também levando em consideração a aplicação desses objetivos podemos nos basear na taxonomia de bloom, tornando esses objetivos mais aplicáveis de acordo com sua categoria.

Nas formas de mediação estão presentes os conteúdos, aprendi com Zabala que o conteúdo conceitual é necessário, mas que sem os conteúdos atitudinais e procedimentais, a aula não teria o mesmo valor, os alunos não desenvolveriam toda a capacidade comunicativa e de expressão, que podem ser capazes evoluir.

E a aplicação como fica? que metodologia devo seguir? Como atuar mediante uma sala de aula?
Tinha muitas duvidas de como iniciar uma aula, também aprendi com Vasconcellos o que é mobilização para o conhecime

















28/11/18 16 DIAS DE ATIVISMO CONTRA A VIOLÊNCIA ÀS MULHERES

Esta campanha teve inicio em 1991 e tem o intuito, de discutir, refletir, mas principalmente de encorajara a denunciar a descriminação e violência contra a mulher.
No Brasil, nos últimos 30 anos, conforme aponta o Mapa da Violência 2012, mais de 92.000 mulheres foram assassinadas,em 2011, a partir dos registros do SUS, foram atendidas 70.170 mulheres vítimas de violência.

Não basta apenas ações governamentais e medidas punitivas a agressores, necessitamos amplas campanhas de conscientização, acesso a informação, e que as escolas forneçam conteúdos que informem a igualdades e desvinculem o machismo.

A cidade de Vacaria tem altos índices de violência doméstica, aqui foi criado o projeto Acolher, que auxilia mulheres vitimas desse tipo de violência.

Precisamos ter consciência de que nenhum ser é superior ou subordinado a outro, machismo é falta de respeito.

sexta-feira, 30 de novembro de 2018

Video Aula Familia Myrtaceae

Tivemos uma atividade interdisciplinar entre os componentes curriculares de Metodologia de Ensino de Ciências e Biologia e Botânica Sistemática II , com o objetivo de criar uma  videoaula sobre uma família botânica onde cada estudante sorteou uma família, e também elaborar um plano de aula referente a este vídeo. Antes de gravar a videoaula, fizemos também um plano de aula.Minha família é a família Myrtaceae.




Plano de Aula:




terça-feira, 27 de novembro de 2018

Avaliação 27/11/18

Referenciais:  VASCONCELLOS, Celso dos santos, "Finalidade da Avaliação- Concepção dialética-libertadora do processo de avaliação  Escolar" São Paulo: Libertad,2005.

Perguntas:

Como escolher o instrumento de avaliação de acordo com o conteúdo?
Quais os critérios dos professores para avaliar?
Por que os professores se questionam sobre a sua forma de avaliação?
Como valiar?
Qual o sentido de avaliar?
Por que o aluno indisciplinado, consegue boas notas na avaliação?
Por que o aluno disciplinado , não consegue boas notas?
Como avaliar levando em consideração as diferenças enter os alunos?

Primeiro Índice (Situação Inicial - Individual)

A - Índice
De que maneira avaliar?
Quais são os fatores que influenciam no momento da avaliação?
Quais as principais métodos de avaliação?
O aluno faz a avaliação apenas por medo da nota?

B - Fontes de Informação: livros, internet, artigos, coleta de informações com professores e alunos.

C - Técnicas de Trabalho: analisar a bibliografia disponível. Analisar os diferentes pontos de vista através de questionários realizados com professores e alunos. Organização e análise dos dados coletados na pesquisa. Selecionar o material bibliográfico e a partir deste construir um resumo.

D: Duração Prevista: 3 aulas de 2 períodos cada.

Segundo Índice (Ponto de Partida para o Trabalho do Grupo)

A - Índice

O que é avaliação? ( Conceitos de Avaliação)
Qual o sentido da avaliação?
Como avaliar? (instrumentos/ recursos para avaliar)
Quais os tipos de avaliação que existem?
Quais as formas, recursos e instrumentos mais eficazes para avaliar?
Quais são as considerações dos professores sobre avaliação?
Quais são as considerações dos estudantes sobre avaliação?
Quais são as considerações da família sobre avaliação?
Quais aspectos/ fatores influenciam no resultado/ realização da avaliação dos estudantes?
Quais os reflexos dos resultados da avaliação dos estudantes para instituição?

B - Fontes de Informação: livros, sites, artigos,jornais, revistas, videoaulas, entrevistas, questionários.

C - Duração: 3 aulas de 2 períodos cada.

D - Projeto de Apresentação: Cartazes.

Avaliação está totalmente vinculada com os métodos de ensino. há diferença enter avaliação e nota, avaliação abrange reflexão, critica sobre o que se pratica, visualizar suas dificuldades, criando decisões para superar os obstáculo, já a nota independente do algarismo ou conceito é uma exigência do sistema educacional.

Quando pensamos em avaliação lembramos logo de cara de 'prova", mas a prova não é o único modo de avaliar, sonhamos com um futuro onde não haja notas mas que existam maneiras diferentes de avaliar, onde se sobre saia o desenvolvimento do aluno, sem haver a tal de prova.

O professor deve acompanhar o aluno no processo de construção de conhecimento, caminhando junto para entender as maiores dificuldades. Existem professores que elegem alunos como "incapazes", e com um único tipo de avaliação esses alunos são punidos com nota baixa, todo ser humano é capaz de aprender, não no mesmo ritmo, não com a mesma facilidade,mas todos tem o direito, de receber condições adequadas para que desenvolva melhor.O professor só saberá que condições são essas, se acompanhar o desenvolvimento do aluno e se modificar a sua aula, a sua maneira de avaliar, pensando nessas características individuais de cada aluno.

A nota pode ser considerada ou um prêmio ou um castigo, tanto um quanto outro não são educativos, pois se não tiver uma recompensa o aluno não age, ou se não tiver uma ameaça (nota) o aluno também não age.

O sentido que a avaliação tem depende da concepção que cada professor traz consigo:


TRANSMISSOR: TRANSMITIR E FISCALIZAR ABSORÇÃO DO TRANSMITIDO
                   AVALIAÇÃO: CONTROLE/COERÇÃO                                 




EDUCADOR: ENSINAR E FAZER TUDO PARA QUE O ALUNO APRENDA
AVALIAÇÃO: ACOMPANHAMENTO /AJUDA

Vasconcellos explana que na pedagogia da autonomia a avaliação remete ao interior do próprio processo de ensino aprendizagem, onde a avaliação passa a ser uma referencia ao aluno, no snetido de superar as dificuldades que venha encontrando.
O conhecimento não tem sentido sozinho, so tem significado se nos ajudar a entender o mundo e a viver nele. Assim a avaliação garante uma formação completa, a construção do conhecimento, a verdadeira aprendizagem.

↑↑↑↑Avaliar para que os alunos aprendam mais e melhor↑↑↑↑

O professor terá dificuldade para mudar sua postura em sala de aula, principalmente na parte de ação, terá que investir suas energias não apenas no controle da sala de aula mas sim na real aprendizagem do aluno.
E esses alunos terão mais autonomia, e terão que saber usá-la, interpretar avaliação diferentes também como aprendizado ao invés de preferir a tradicional avaliação.


Vygotsky: A boa aprendizagem se antecipa ao desenvolvimento

O professor não deve esperar o aluno amadurecer, mas sim ajudar o aluno se tranformar de um passivo para um aluno interativo. A principal dúvida sempre é porque meu aluno não está aprendendo? a resposta pode estar em outra pergunta: O que posso fazer?

O objetivo do professor não deve ser, o de saber o quanto o aluno sabe mas sim garantir a aprendizagem dos alunos.

Porque é tão difícil mudar a avaliação?

  • exige mudança de postura do avaliador
  • postura em relação a valiação
  • postura com relação a sociedade
  • desmotivação de professores
  • falta de recursos oferecidos pelas escolas
  • ideologias politicas autoritárias
A pesar de todas as dificuldades por vivemos em um mundo que ja esta estabelecido que não é um mundo novo, podemos observar que o micro se torna macro, quando cada peça assume seu papel, muda sua postura, juntos atingimos nossos objetivos perante a educação, o professor quando preparado, motivado e orientado concerteza vai muito além da sala de aula. E o aluno quando tiver a consciência de que avaliação não é apenas a nota, aprenderá sem medo de errar, mas principalmente Aprenderá.










terça-feira, 13 de novembro de 2018

06,07,13,14 projetos de trabalho uma forma de organizar conhecimento escolar

HERNÁNDEZ, Fernando; VENTURA, Montserrat. A organização do currículo por projetos de trabalho: o conhecimento é um caleidoscópio. 5.ed. Porto Alegre: Artmed, 1998.

O que eu sei sobre projeto?

Projetos de trabalho, envolvem diferentes assuntos, e devem ter o intuito  de reforçar a aprendizagem dos alunos, devem ser interdisciplinares mas nem sempre isso ocorre. Podem ser estipulados e criados pelos próprios professores, ou serem hierarquizados.

O que preciso saber?

Tem passos a serem seguidos?
Tem determinado tempo?
Quem está envolvido?
Qual a função?
Como escolher o tema?
Como abranger o conteúdo e relaciona-lo com a realidade dos alunos?
Como avaliar os alunos?


Todos as pessoas são movidas a curiosidades questionamentos, as crianças não são diferentes e tem sua curiosidade aguçada, todo professor deve aproveitar isso, e proporcionar ao aluno a motivação necessária para buscar as respostas levando isso em consideração para a escolha de um tema. O tema não precisa sair necessariamente de um livro didático, ou da escolha de um professor, mas sim da necessidade e curiosidade de resposta, de um aluno.

Hernadez destaca que projeto deve ser trabalhado indisciplinarmente, de forma globalizada, misturada, relacionada, não com matérias apenas adicionadas uma a outra, mas sim que realmente haja interação.

"A função do projeto é favorecer a criação de estratégias de organização dos conhecimentos escolares em relação a: 1) o tratamento da informação, e 2) a relação entre os diferentes conteúdos em torno de problemas ou hipóteses que facilitem aos alunos a construção de seus conhecimentos, a transformação da informação procedente dos diferentes saberes disciplinares em conhecimento próprio”. (1998, p.61)

O projeto pode ser organizado iniciando coma definição de um conceito, ou problema de todos ou individual, um conjunto de perguntas, uma curiosidade de um aluno, como solução para resolver um problema cotidiano.

O Projeto deve ser significativo, ter uma sequencia partindo do que os alunos já sabem, favorecendo o interesse dos alunos e podendo ser modificado de acordo com esses interesses. Deve ter um embasamento teórico, mas isso não significa que deve ser abordado de maneira apenas conceitual, não queremos decorebas mas sim que o aluno tenha a capacidade de entender, não de decorar e ser avaliado por isso. Deve ser globalizado, envolvendo todas a matérias visando um objetivo em comum.

Já o autor Ovide Declory, nos traz a concepção de centros de interesse, onde defende que as crianças aprendem com uma visão do todo, do maior para o menor, onde a escola era focada no aluno e preparava este para a vida em sociedade.

Hoje observamos que projeto de trabalho e centro de interesse não são a mesma coisa, mas o centros de interesse ajudaram a mudar muitas atividades do projeto.


Aspectos a serem levados em conta na escolha de um Projeto:

Abordagem feita em sala de aula explicando cada ponto de um projeto da trabalho:

quarta-feira, 17 de outubro de 2018

11e17/10/2018 As sequencias didáticas e as sequências de conteúdo


Referência: ZABALA, Antoni. A Prática educativa: como ensinar. Porto Alegre: Artes Médicas,1998.

Durante a aula de metodologia de ensino de ciências biológicas, podemos estudar os diferentes tipos de unidades de sequência didática. Todas abrangeram as seguintes classificações de conteúdo, Conceituais, Atitudinais e procedimentais.
Foram empregadas da mais tradicional, aonde o professor expõe o conteúdo, o aluno anota, o professor já define o que vai cair na prova, ocorre o estudo do livro didático e a repetição para que se grave o conteúdo e pôr fim a aplicação da prova e resultados.
Já na mais atual, o professor expõe uma problemática e em torno dela traz o conteúdo, o aluno instigado pelo professor tem que trazer a solução a problemática, os alunos propõem as fontes de informação e coletam os dados de diferentes fontes, os alunos auxiliados por colegas e professores elaboram sua conclusão por meio de síntese, são feitos exercícios de memorização, para então  o próximo passo ser o exame e pôr fim a avaliação do professor.

Podemos ver a diferença gritante dos diferentes tipos de sequência didática, mas principalmente observar que o aluno tem outros meios de aprender o conceito, as unidades:

Unidade 1: Há típica aula tradicional apenas com conteúdo conceituais, onde o professor transmite o conteúdo e o aluno apenas escuta, um processo mecânico, onde não há interação entre os alunos e professor.

Unidade 2: Inicia com a apresentação de um problema, onde os alunos têm que resolve-lo, pode ser individualmente ou até mesmo em grupo, a intenção e resolver sozinho com o conhecimento que já tenha adquirido, ou que foi exposto pelo professor de maneira conceitual. A partir do que os alunos propuseram, ocorre exposição do conteúdo, para que haja memorização para que depois ocorra a prova.

Unidade 3: também a apresentação de um problema, há o desenvolvimento de um tema ao redor da problemática, mas agora o professor discute com os alunos as experiências e vai promovendo um diálogo onde vão surgindo dúvidas. há a comparação entre os diferentes pontos de vista, até formar uma conclusão estabelecida pelo professor que remete a solução daqueles problemas. A partir disso se se estabelece modelos de interpretação, a seguir exercícios de memorização e pôr fim a prova.

Unidade 4: há um problema proposto pelo professor relacionado a um tema, o professor destaca, aspectos problemáticos e desconhecidos pelos alunos, os alunos expõem suas respostas, os alunos propõem fontes de informação e buscam nelas, uma conclusão para resolução dos problemas, os alunos são dirigidos pelo professor individualmente ou em grupo. São executados exercícios de memorização depois a prova e posteriormente a avaliação que seria o parecer do aluno. Proporciona maior número de atividades abrangendo todos os tipos de conteúdo, conceitual, procedimental e atitudinal.


Aprendemos com Zabala que independente da unidade de sequência didática que iremos adotar os conteúdos expostos, a metodologia, os exercícios a avaliação tudo pode ser analisado, sendo separado em conceitual, procedimental e atitudinal. Para que a aula forme um aluno crítico com opinião e pronto para desafios precisamos enfatizar sequencias didáticas que englobem todas essas características, não apenas a memorização.


























terça-feira, 2 de outubro de 2018

Planejamento e Aplicação de Plano de aula 02/10/2018


As aulas que tive a oportunidade de contemplar, me trazem o paralelo da expectativa com a realidade, por mais que a aula fosse elaborada visando turmas de 5 e 6 ano, estávamos entre colegas da turma de biologia do ifrs. Observei a aula, e tentei interagir como se realmente tivesse a idade dos alunos, que assistiriam as aulas. Muitos pela falta da experiencia em sala de aula, tinham dificuldade em transformar um conhecimento mais complexo em uma linguagem mais simples. Ao mesmo tempo as pessoas que estavam apresentando a aula eram estingadas com perguntas, feitas por nós mas com a inspiração de uma criança de 5 e 6 ano.
Os grupos tiveram que usar muito da imaginação, para criar elementos que prendessem a atenção daqueles alunos, tínhamos disponível o data show, mas fomos lembrados de que nem todas as escolas tem esses material e nem acesso a sala de informatica. 

A apresentação do meu grupo tratava-se do assunto: Nutrientes e alimentação equilibrava. Tentamos trazer elementos que realmente poderiam ser levados para a sala de aula, como por exemplo: a piramide alimentar, a balança de peso, e a elaboração de uma salada de frutas tudo isso baseado no plano de aula.

A elaboração em si, necessitou de muito planejamento, o que não pode ser feito em apenas um dia, depois de colocar tudo no "papel", parece que a elaboração se torna mais fácil, mas a execução nos da apreensão, pois temos tempo limitado, e não temos ainda noção de quantas atividades podem ser executadas.
E muito interessante ter a oportunidade de testar o que aprendemos, pois a pratica, tem seu valor.